Resultados recomendados

Célula de Pressão

A reologia sob pressão é utilizada para estimular as condições do processo, medir acima do ponto de ebulição ou prevenir a evaporação da amostra. Portanto, as especificações da célula de pressão são feitas sob medida para cada aplicação. Nas indústrias petroquímicas são necessárias altas pressões de até 1000 bar e temperaturas de até 300°C, enquanto que o trabalho com solventes de baixa viscosidade requer um sistema sensível e, ainda assim, totalmente fechado. Para cobrir estas diversas aplicações, está disponível uma gama de diferentes células de pressão e sistemas de medição.

Entre em contato Localizador de documentos

Características principais

Características gerais de todas as células de pressão

  • Modos de pressurização:
    - Autopressurização devido aos componentes voláteis e à dilatação térmica da amostra
    - Pressurização externa com unidades de fonte de pressão conectáveis a tanques de gás de alta pressão
    - Pressurização externa com bombas de alta pressão para líquidos
  • Sensor de pressão on-line
  • Exibição de todos os dados registrados, incluindo valores de pressão no software
  • Diferentes opções de fluxo contínuo:
    - Caracterização de amostras já pressurizadas
    - A amostra pode ser facilmente trocada entre diferentes experimentos
  • Manuseio e limpeza convenientes
  • Suporte da célula de pressão para "parada e limpeza" convenientes
  • Conceito certificado de segurança

Célula de Pressão para Amido de 30 bar

  • Utilizada para medir o comportamento de gelificação do amido sob pressão
  • A pressão elevada aumenta o ponto de ebulição
  • Sistema vedado que evita a evaporação
  • Aquecimento elétrico: desde a temperatura ambiente até 160 °C
  • Pressão máxima: 30 bar
  • Fonte de pressão: gás
  • Material: aço inoxidável
  • Sistemas de medição: Palheta RVA, palheta de 6 lâminas, cilindro concêntrico

Célula de Pressão de 150 bar

  • Para medições reológicas de amostras com viscosidades moderadas e altas em pressões de até 150 bar
  • Controle de temperatura Peltier: -30 °C a 200 °C
  • Aquecimento elétrico: desde a temperatura ambiente até 300 °C
  • Pressão máxima: 150 bar
  • Fonte de pressão: gás
  • Material:
    - Aço inoxidável ou
    - Hastelloy
  • Sistemas de medição: cilindro concêntrico, folga dupla e placa paralela

Célula de Pressão XL de 150 bar

  • Para amostras com baixas viscosidades inferior a 1 mPas
  • A pressão previne a evaporação e aumenta o ponto de ebulição
  • Controle da temperatura do líquido: -10 °C a 180 °C
  • Aquecimento elétrico: desde a temperatura ambiente até 200 °C
  • Pressão máxima: 150 bar
  • Fonte de pressão: gás
  • Material:
    - Aço inoxidável ou
    - Hastelloy
  • Sistemas de medição: cilindro concêntrico e folga dupla

Célula de Pressão XL de 170 bar

  • Para medições reológicas de amostras com viscosidades moderadas e altas em pressões de até 170 bar
  • Ideal para a caracterização de fluidos viscoelásticos que exibem efeito de escalada de hastes
  • Aquecimento elétrico: desde a temperatura ambiente até 200 °C
  • Pressão máxima: 170 bar
  • Fonte de pressão:
    - Gás ou
    - Líquido
  • Material:
    - Titânio ou
    - Hastelloy
  • Sistemas de medição: cilindro concêntrico

Célula de Pressão XL de 400 bar

  • Para amostras de medição com viscosidades baixas e moderadas em pressões de até 400 bar
  • Controle da temperatura do líquido: -10 °C a 180 °C
  • Aquecimento elétrico: desde a temperatura ambiente até 200 °C
  • Pressão máxima: 400 bar
  • Fonte de pressão: gás
  • Material: titânio
  • Sistemas de medição: cilindro concêntrico e folga dupla

Célula de Alta Pressão de 1000 bar

  • Para amostras de medição com viscosidades moderadas e altas sob pressões de até 1000 bar
  • Ideal para a caracterização de fluidos viscoelásticos que exibem efeito de escalada de hastes
  • Aquecimento elétrico: desde a temperatura ambiente até 300 °C
  • Pressão máxima: 1000 bar
  • Fonte de pressão: líquido
  • Material: titânio
  • Sistemas de medição: cilindro concêntrico